Madrasta do menino Bernardo deverá cumprir pena em regime semiaberto na Região

  • 26/04/2025
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Madrasta do menino Bernardo deverá cumprir pena em regime semiaberto na Região

A Justiça concordou que Graciele Ugulini, 47 anos, cumpra pena em regime semiaberto no município de Santa Ângelo, no noroeste do Estado. A madrasta do menino Bernardo Boldrini, assassinado aos 11 anos, em 2014, em Três Passos, está presa no regime fechado, em Porto Alegre. Ela foi condenada a 34 anos e sete meses de prisão pela morte do garoto.Na semana passada, o juiz Geraldo Anastácio Brandeburski Júnior, do 1º Juizado da 2ª Vara de Execuções Criminais (VEC) da Comarca de Porto Alegre, autorizou Graciele a passar do regime fechado para o semiaberto. Segundo o magistrado, a presa atingiu requisitos para progressão de regime, conforme previsto na Lei de Execução Penal. Também foram identificados elementos para o semiaberto como exercício de atividades laborativas e educacionais.

Nesta sexta-feira (25), o juiz Brandeburski Júnior publicou novo despacho, autorizando que a presa seja encaminha para Santo Ângelo. Atualmente, a madrasta de Bernardo está presa no Presídio Feminino Madre Pelletier, na Capital. Ela ainda tem 23 anos e seis meses de prisão a cumprir.Após a decisão sobre a progressão de regime, ela foi consultada e informou que gostaria de seguir cumprindo a pena em sua região de origem. Graciele possui familiares em Santo Ângelo. Uma das casas prisionais do município, com regime semiaberto, é o Instituto Penal de Santo Ângelo.A Polícia Penal informou que ainda não foi intimada sobre a definição de enviar a presa para uma casa prisional do Noroeste. A reportagem busca contato com a defesa de Graciele e aguarda retorno.

Morte de Edelvânia

No início desta semana, outra condenada pela morte de Bernardo, Edelvânia Wirganovicz, 51 anos, foi encontrada morta no pátio do Instituto Penal Feminino de Porto Alegre, onde cumpria pena no regime semiaberto.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil investiga como se deu a morte. Segundo o diretor do DHPP, delegado Mario Souza, os indícios preliminares indicam a suspeita de suicídio. No entanto, a polícia pretende averiguar todas as hipóteses.

— É um caso que demanda atenção. Trata-se de uma presa envolvida num crime grave. Toda a situação em relação a essa morte vai ser apurada, todas as circunstâncias — diz o delegado.

Gaúcha ZH


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